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Juri Fronteira fala sobre filmes premiados

27/03/17

CURTAS-METRAGENS:


• Melhor Filme, pelo Júri Oficial: Sol Negro, de Laura Huertas Milan (Colômbia/França/EUA, 2016)

Às vezes um filme é um lugar a que temos que voltar, não para resolver, mas para habitar a vida. Sol Negro é o lugar de fragilidade, da ferida aberta, da beleza que acontece entre pequenos e grandes gestos.

 

• Prêmio Especial pelo Júri Oficial: Los (De)pendientes, de Sebastian Wiedman (Argentina/Colômbia, 2016)

Por uma montagem como ferramenta de construção de um discurso político que reafirme a função crítica das imagens, obtendo-as de um significado contemporâneo.

 

LONGAS-METRAGENS:


• Melhor Filme, pelo Júri Oficial: Sleep Has Her House, de Scott Barley (Reino Unido, 2016)

Com meios extremamente pobres (um iPhone), o realizador soube elaborar, sem o recurso à palavra, um poema sonoro e visual siderante que coloca o espectador num estado de levitação, de feitiço salutar.

 

• Prêmio Especial do Júri Oficial: Território, de Alexandra Cuesta (Equador/EUA/Argentina. 2016)

Alguns fragmentos de paisagens bem observadas, repostas em cena nos seus mínimos detalhes, escrevem, sem discursos laboriosos, e com uma justa troca com os participantes, um documentário em frescor, tanto geográfico como social.